Breve visita à Nova York – parte II

Assim como no voo Dublin/Sao Paulo, o voo Sao Paulo/Dublin tambem teve conexao em Nova York, dessa vez por 12h. Como eu ja’ tinha me familiarizado com o AirTrain e os metros, cheguei em Manhattan super rapido. Minha missao para essas 12h era bem clara: visitar a Estatua da Liberdade.

A Free Lady, como os americanos a chamam, fica numa ilhota do lado de Manhattan chamada Liberty Island. Para chegar la’ e’ bem simples, e’ so’ descer na estacao do Battery Park e la’ comprar o ticket pro ferry, que custa $18 e cobre, alem da Liberty Island, a Ellis Island. Existem tickets so’ para a ilha, para o pedestal e para a coroa, mas eu comprei so’ para a ilha, pois queria ver a estatua em si, nao a vista da cidade.

Manhattan ficando pra tras
Manhattan ficando pra tras

O trecho Manhattan-Liberty Island dura cerca de 20min e e’ super bonito. O dia estava incrivelmente quente e ensolarado, o que tornou a vista ainda mais linda. Ao chegar na ilha, todo mundo pode retirar um audio-guia (ja’ incluso no preco do ticket) e sair andando por ela, que e’ bem pequena. O audio-guia explica a historia da estatua, seu significado inicial e o que ela representa para os americanos hoje em dia.

A Estatua da Liberdade
A Estatua da Liberdade

Achei super interessante o significado inicial, comparado ao significado atual. A estatua foi um presente da Franca, depois da 2a Guerra e hoje representa a liberdade e seguranca que todos tem nos Estados Unidos.

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Tirei muitas fotos, aprendi tudo que pude, tomei a melhor limonada de toda a minha vida e voltei pro ferry, dessa vez pra visitar a Ellis Island.

A Ellis Island foi, por muitos e muitos anos, a primeira parada para navios que chegavam a Nova York. Era la’, que imigrantes de toda a parte do mundo recebiam ou nao a sua carta de permissao para comecar uma nova vida na America. O galpao onde esses imigrantes eram aglomerados ainda esta’ la’, pra exposicao. Mesmo nao tendo nada a ver com o Brasil, nao pude deixar de relacionar a Ellis Island com os imigrantes que o Brasil recebeu na mesma epoca.

Galpao da Imigracao
Galpao da Imigracao

Alem disso, existe um museu no lugar, o Museu Nacional da Imigracao. O museu explica, ano a ano, o processo de imigracao nos Estados Unidos e como a “Grande Nacao” que conhecemos hoje se formou. Super interessante e explica muita coisa a respeito dos americanos.

Como eu ainda tinha um tempo pra gastar, aproveitei pra voltar pra Manhattan e conhecer melhor o Battery Park, andar pela parte sul da ilha e voltar á 5th Avenue pra olhar mais. De la’ voltei pro aeroporto e embarquei para Dublin.

Eagles, eagles everywhere
Eagles, eagles everywhere

7 comentários sobre “Breve visita à Nova York – parte II

  1. Amo NY ❤ Que bom que você conseguiu aproveitar e conhecer a cidade durante uma conexão. Essas conexões de mais de 10 horas são perfeitas (desde que o tempo esteja bom para turistar) 🙂

  2. A fotinho clássica com a estátua! hehe… Você não se decepcionou com o tamanho dela? Eu fiquei meio decepcionada, na TV ela parecia tão grande. Adorei o museu da imigração também! O dia inteiro foi dedicado a estátua? Não rolou mais nada?

    1. Sim! SUper achei que ela seria maior…é bem menor que o Cristo, ne? Deve ser do tamanho do Spire hahaha.. A Eiffel Tower eh maior tb ne? Eu voltei pra Manhattan depois e revi algumas coisas..e entrei em lojas ahha

    1. Entao, eu achava que dava pra visitar a ilha de graca..mas nao da..tem que comprar o ingresso e passar por uma seguranca fodona antes de entrar no barco..

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