O Mundo Mágico de Harry Potter em Orlando – parte II

Já leu a parte I? Se nao, corre lá!

Surpreendentemente, nao teve fila nenhuma pra cruzar King’s Cross e chegar na Plataforma 9 3/4, e em menos de 15 minutos, estávamos sentadinhos dentro de uma das cabines do trem, que apitava e anunciava partida.

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O trem anda de verdade, mas ao invés de vermos a jornada pela janela, a gente assiste a um filme, saindo de King’s Cross, passando pelo centro de Londres, pelo interior, pelos rios da Escócia e finalmente, chegamos em Hogsweade, onde avistamos Hogwarts no horizonte, depois do lago, exatamente como no filme.

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Desembarcamos em Hogsmeade, que foi re-criada, assim como o Beco Diagonal, com toda a perfeicao possível. Logo ao desembarcar, avistamos o pub Tres Vassouras, que tem uma vista incrível de Hogwarts, ao fundo. Lá comemos uma tal de perna de peru defumada que, gente, era muito grande!

Roubada do Google, porque a foto tava muito grande e nao tirei foto

Roubada do Google, porque a foto tava muito grande e nao tirei foto

Almocados, continuamos nossa aventura passeando pelas ruas de Hogsweade. Hogsmeade nao é tao interativa quanto o Beco Diagonal, mas tem bastante coisa pra ver. Antes de irmos a Hogwarts, a gente foi na montanha-russa ‘Uma Jornada Proibida’, que foi sensacional!!! Depois dela, finalmente subimos a ladeira em direcao á Hogwarts.

Hogwarts é incrível! Eu imaginava que somente o exterior era perfeito, mas nao, o interior também é. O castelo todo foi desenhado pra que a experiencia comece logo no comecinho da fila. Sao vários quadros espalhados pelos halls, várias estátuas, várias salas. Conforme a fila anda, os quadros se mexem e conversam entre si. Passa-se pelas estátuas dos fundadores de Hogwarts, pelo quadro da Mulher-Gorda, pela entrada do escritório do Dumbledore. Como a fila estava andando rápido demais, teve coisa que quase passou batido pelos meus olhos. Parece besteira, mas queria ter ficado mais tempo nessa fila!

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Depois de uns 10 minutos andando pelos corredores de Hogwarts, chegamos no topo e embarcamos na montanha-russa que tem lá dentro. Como quase tudo no parque, a montanha-russa é interativa e passa um vídeo sobre Hogwarts no comeco e depois, sao vários loopings e giradas doida lá dentro, no escuro! Foi incrível demais!

Depois de ver tudo relacionado a Harry Potter, aproveitamos pra conhecer as ilhas de Jurassic Park, que foi maravilhosa demais, de Simpsons, Shrek e também a mais nova atracao do parque, a ilha do King Kong, que diga-se de passagem foi o único lugar que enfrentamos fila, cerca de 1h40.

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Ao sair do King Kong, por volta das 5h da tarde, 2h antes do parque fechar, tivemos que seguir caminho rumo ao aeroporto. Confesso, queria ter ficado mais e ter visto as outras atracoes também, principalmente a ilha da Marvel, mas nao deu. Vou ter que voltar, porque um dia só é pouco demais.

Eu queria muito, mas muito mesmo ter registrado tudo isso em vídeo, mas como nao podíamos entrar em atracao nenhuma com camera e estávamos de olho no relógio, acabei deixando a camera de lado e só tirando fotos com o celular.

O Mundo Mágico de Harry Potter em Orlando – parte I

Se tem uma coisa que eu nao nego nessa vida, é que sou um #PotterHead. Além dos livros e filmes, que guardo com todo o coracao e que já li, re-li, assisti e re-assisti inúmeras vezes, também possuo um monte de cacarecos relacionados ao universo do bruxinho, entre eles varinha, bonecos, cadernos, camisetas, revistas e até um cachecol da Grifinória!

Durante a adolescencia, essa febre Potteriana era bem mais forte, mas com o passar dos anos ela foi diminuindo e hoje eu já consigo passar em uma loja que vende itens relacionados a série e, se nao tiver podendo, apenas admirar e sair de maos abanando, coisa que era impossível entre os 14-21 anos.

Quando me mudei pra Irlanda, enfiei na cabeca que minha primeira viagem seria exclusivamente relacionada á Harry Potter e partí num ‘Harry Potter Tour’ pelas ruas de Edimburgo, na Escócia e em Londres, na Inglaterra. Escrevi tudo aqui no blog, incluindo detalhes sobre a atracao mais incrível, a visita ao Warner Bros Studios.

Estacao King's Cross

Estacao King’s Cross

Em 2014, fiz uma tatuagem pra celebrar o meu amor pela série e vou pra sempre levar o Harry comigo em forma de raio no meu dedo. Quando ‘Harry Potter and the Cursed Child’ foi anunciado, fui um dos primeiros sortudos a comprar ingresso pra ver a peca e, em julho de 2016, assisti ao espetáculo de mais de 3h de duracao contando a história 19 anos depois. Privilégio de poucos e, com toda a certeza, momento mais especial do meu 2016.

Mas a cereja do bolo mesmo, ainda estava faltando. Faltava visitar ‘O Mundo Mágico de Harry Potter’ em Orlando, que desde 2010, está na minha bucket list. Sempre muito realista, nao tinha planos de ir vistar tao cedo, mas gracas ao Skyscanner, encontrei passagens pro Brasil com uma longa conexao em Orlando e comecei a estudar a hipótese.

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Orlando é casa para vários parques temáticos, incluindo Disney World, Wet’n’Wild e SeaWorld, mas relacionados a Harry Potter só tem dois, o Universal Islands of Adventure, onde ficam Hogwarts e Hogsmeade, e o Universal Studios, onde ficam o Beco Diagonal e King’s Cross, incluindo a Plataforma 9 3/4, onde se é possível embarcar em um trem de verdade e cruzar de um parque a outro!

Com os voos já reservados, analisei a situacao e cheguei a conclusao de que, 12 horas de conexao em Orlando, eram sim suficientes pra conhecer os dois parques (Universal Studios e Islands of Adventure) e voltar pro aeroporto a tempo de pegar o voo pra Sao Paulo. Consegui convencer dois amigos americanos, que conheci em Sligo, mas que moram em Tampa, na Flórida, a irem comigo e fomos.

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Eles me pegaram no aeroporto de Orlando por volta das 8 da manha, e meia-horinha de estrada depois, estávamos na entrada do Universal Studios.

Era uma segunda-feira de manha e o parque nao estava lotado, mas como tínhamos uma missao em mente, nao nos deixamos abater pela quantidade incrível de atracoes disponíveis. Seguimos direto para o Beco Diagonal. Tudo foi criado exatamente como nos filmes, e como já estive no Warner Bros Studios, nao pude deixar de comparar. Em Londres, a gente só ve a parte externa das lojas, já em Orlando voce pode entrar em cada uma das inúmeras lojinhas, incluindo Olivaras Varinhas, Irmaos Wesley Joke Shop, Pet Shop e até a Borgin & Burkes!

Armário que o Draco usou pra trazer os comensais pra Hogwarts

Armário que o Draco usou pra trazer os comensais pra Hogwarts

Bem no meio do Beco Diagonal fica o incrível Banco de Gringotes, com um dragao branco enorme no topo, cuspindo fogo de verdade a cada 5 minutos. É no Banco de Gringotes que fica o único brinquedo do Beco Diagonal, uma montanha-russa chamada ‘Escapada de Gringotes‘. Infezlimente, nao pode levar camera, entao nao teve fotos. A fila estava super curta e em coisa de 15 minutos, já estávamos sentadinhos no carrinho.

Ele solta fogo de verdade!

Ele solta fogo de verdade!

Depois da aventura no banco, seguimos entrando em cada lojinha e por volta de quase meio-dia, morrendo de fome, resolvemos ir pra Plataforma 9 3/4, pegar o trem pra Hogwarts e almocar no Tres Vassouras, mas essa parte fica pro post II.

Um conto sobre azar e sorte

O ultimo post que escrevi aqui no blog foi a minha Retrospectiva 2016, que no finzinho do texto, eu digo que estou indo para o Brasil pra passar as festas e viajar com a familia. Pois bem, eu fui, e como quase tudo na minha vida, teve drama.

Nao foi drama de familia ou nada do genero, mas sim drama de acontecimentos fora do meu controle, de sorte – e falta de sorte.

O paranaue começou ao chegar no aeroporto de Guarulhos. Como minha familia não pode me buscar dessa vez, eu combinei com duas amigas (oi, Mas!) de me buscarem no aeroporto, passar a tarde juntos e depois me derem uma carona ate o ponto onde eu encontraria a carona pra Bauru. Ao desembarcar, mandei mensagem pra uma delas e disse que iria ao banheiro lavar o rosto e então sairia do aeroporto ao encontro delas.

Ao sair do banheiro, notei que havia esquecido meu celular e voltei correndo pra pegar. Não estava mais la. Entrei em desespero, e como não tinha como falar com ninguém, fiquei rodando pelo aeroporto feito bobo esperando o celular re-aparecer.

Uns 10 minutos depois, as meninas vieram ao meu encontro pra ver o porque de eu não ter aparecido ainda. Desesperado, expliquei a situação e elas tiveram a brilhante idea de me mandar procurar no ‘Achados e Perdidos’, ideia que eu achei quase ofensiva, de tao besta. Cedi, deixei as minhas coisas com elas e fui. Cheguei la todo suado, mas com ar nos meus pulmões (obrigado, CrossFit) e perguntei se alguém havia devolvido um iPhone SE Gold.

Pra minha surpresa, alguém o tinha devolvido e meu celular estava la. Bonitinho e sem um arranhão. Celebramos a vitoria, fomos almoçar e depois ainda passamos em uma dessas lojas de capinhas de celular de Sao Paulo e pedi pra colocarem aquelas proteções de vidro no celular. Elas me levaram ao ponto de encontro da carona como combinado, nos despedimos e segui viagem rumo a Bauru.

Meus dias em Bauru foram incriveis! Passei muito tempo de qualidade com minha familia, especialmente com meus sobrinhos. Vi uma penca de amigos. Brinquei muito com os cachorros, tomei muito sol e principalmente, comi muita comida boa.

Pra fechar a viagem ao Brasil com chave de ouro, uma semana antes de embarcar de volta, eu e minha familia fizemos uma viagem incrível pra Florianópolis. La, no auge da diversão e apenas 1 dia e meio antes de deixar a ilha, meu celular, récem-recuperado, sofreu uma queda monstra e quebrou a tela – que graças as Mas, estava com o vidro de proteção.

Sem mais danos, seguimos viagem ate Sao Paulo, me despedi de minha familia e embarquei pra Orlando, onde eu faria uma conexão gigante de 12h, mas que seria muito legal porque eu iria curtir o dia nos parques com dois amigos. Sai de Sao Paulo com a Delta Airlines e cheguei em Orlando são e salvo, as 7h da manha.

Ao chegar em Orlando, todo mundo, seja Orlando seu destino final ou não, deve passar pela alfândega e todas as malas devem sair do avião e, caso haja conexão, voltar. Retirei minha mala da esteira, passei pela alfândega e a entreguei nas maos do staff do aeroporto, que estavam fazendo a recolocacao das malas.

Eu ainda não sabia, mas foi a ultima vez que vi minha mala.

Meus amigos ja estavam me esperando no aeroporto e juntos, fomos passar um dia incrível nos parques da Universal, o Universal Studios e o Universal Islands of Adventure. Vou escrever post contando cada detalhe em breve, mas por ora vamos focar no drama.

No fim do dia, voltei pro aeroporto, fiz check-in novamente, dessa vez com a Virgin Atlantic e embarquei pra Londres. Cheguei em Londres por volta das 9h da manha de uma segunda-feira bem fria e depois de esperar uns 40 minutos pelas malas na esteira, notei que minha mala não havia chegado.

Situações assim sao comuns, então não me desesperei e segui o procedimento: reportei o acontecido, preenchi um formulário e fui pra casa. Pequeno detalhe que estava um frio do cacete e meu casaco estava na mala, junto com meu computador e hard-drive com TODOS OS ARQUIVOS do trabalho.

Dois dias se passaram e nada. O desespero começou a bater e comecei a ligar loucamente para a Virgin Atlantic UK, que estava responsável pela mala. Eles alegaram que a mala não havia entrado no sistema, logo eles nunca a receberam e, por isso não tinham responsabilidade sob a mesma, mas que por cortesia, iriam abrir um caso de investigação. Caso a mala não fosse encontrada, eu não poderia pedir reembolso pela Virgin.

Expliquei que, pelo fato da mala ter sido entregue ao staff do aeroporto, seguindo procedimento de segurança do mesmo, a mala obviamente não chegou no sistema. Ela havia sido esquecida pelo staff, devido a longa conexão, em algum cantinho escuro. Eles diziam entender, mas ninguém fazia nada, apenas checavam o sistema e mandavam emails pro aeroporto.

A Delta, por sua vez, dizia que a mala havia chegado ao destino correto, Orlando, e que dali ate Londres, mesmo que a mala tivesse sido despachada com destino Londres por eles, era responsabilidade da Virgin, que operou o segundo voo.

E eu ali, no meio das duas.

Cansado de ouvir, a mala não foi encontrada no sistema, resolvi tomar a frente e comecei a ligar em Orlando diretamente. Falei com ‘Achados e Perdidos’, TSA, segurança, Delta front desk, Virgin front desk e um monte de gente. Em Orlando, a minha estaria fez muito mais sentido, pois todo mundo sabia como o aeroporto funcionava e a única questão levantada era: quem foi o staff que operou o voo que voce chegou?

Dois dias intenso de ligações pra Orlando e pra Virgin Atlantic UK, a mala foi encontrada por um membro do staff do aeroporto e como eu havia dito um milhões de vezes, a mala foi esquecida em um quartinho escuro. A mala finalmente entrou no sistema, foi despachada pra Londres e chegou em Cardiff, inteirinha da Silva, na terça-feira 17 de janeiro, 8 dias depois de mim.

O que aprendi com isso tudo?

1) Coisas fora do nosso controle sempre acontecem.
2) Sou muito sortudo.
3) Ou Deus existe.

Breve visita à Nova York – parte II

Assim como no voo Dublin/Sao Paulo, o voo Sao Paulo/Dublin tambem teve conexao em Nova York, dessa vez por 12h. Como eu ja’ tinha me familiarizado com o AirTrain e os metros, cheguei em Manhattan super rapido. Minha missao para essas 12h era bem clara: visitar a Estatua da Liberdade.

A Free Lady, como os americanos a chamam, fica numa ilhota do lado de Manhattan chamada Liberty Island. Para chegar la’ e’ bem simples, e’ so’ descer na estacao do Battery Park e la’ comprar o ticket pro ferry, que custa $18 e cobre, alem da Liberty Island, a Ellis Island. Existem tickets so’ para a ilha, para o pedestal e para a coroa, mas eu comprei so’ para a ilha, pois queria ver a estatua em si, nao a vista da cidade.

Manhattan ficando pra tras

Manhattan ficando pra tras

O trecho Manhattan-Liberty Island dura cerca de 20min e e’ super bonito. O dia estava incrivelmente quente e ensolarado, o que tornou a vista ainda mais linda. Ao chegar na ilha, todo mundo pode retirar um audio-guia (ja’ incluso no preco do ticket) e sair andando por ela, que e’ bem pequena. O audio-guia explica a historia da estatua, seu significado inicial e o que ela representa para os americanos hoje em dia.

A Estatua da Liberdade

A Estatua da Liberdade

Achei super interessante o significado inicial, comparado ao significado atual. A estatua foi um presente da Franca, depois da 2a Guerra e hoje representa a liberdade e seguranca que todos tem nos Estados Unidos.

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Tirei muitas fotos, aprendi tudo que pude, tomei a melhor limonada de toda a minha vida e voltei pro ferry, dessa vez pra visitar a Ellis Island.

A Ellis Island foi, por muitos e muitos anos, a primeira parada para navios que chegavam a Nova York. Era la’, que imigrantes de toda a parte do mundo recebiam ou nao a sua carta de permissao para comecar uma nova vida na America. O galpao onde esses imigrantes eram aglomerados ainda esta’ la’, pra exposicao. Mesmo nao tendo nada a ver com o Brasil, nao pude deixar de relacionar a Ellis Island com os imigrantes que o Brasil recebeu na mesma epoca.

Galpao da Imigracao

Galpao da Imigracao

Alem disso, existe um museu no lugar, o Museu Nacional da Imigracao. O museu explica, ano a ano, o processo de imigracao nos Estados Unidos e como a “Grande Nacao” que conhecemos hoje se formou. Super interessante e explica muita coisa a respeito dos americanos.

Como eu ainda tinha um tempo pra gastar, aproveitei pra voltar pra Manhattan e conhecer melhor o Battery Park, andar pela parte sul da ilha e voltar á 5th Avenue pra olhar mais. De la’ voltei pro aeroporto e embarquei para Dublin.

Eagles, eagles everywhere

Eagles, eagles everywhere

Breve visita à Nova York – parte I

Passar uma temporada no Brasil, antes do inicio do meu mestrado, era uma coisa que, caro ou muito caro, eu nao abriria mao esse ano. Como o mestrado tem duracao de 2 anos e eu nao sei bem qual sera a minha situacao financeira nesse periodo, preferi nao arriscar e comprei as passagens assim que pude.

As mais em conta foram com a American Airlines, com escalas de 12h e 14h na cidade de Nova York, nos Estados Unidos. Expliquei direitinho nesse post aqui.

Beneficio da cidadania italiana, nao precisei de visto para entrar na Terra do Tio Sam, apenas do preenchimento do ESTA, que explico direitinho aqui.

Voos da Irlanda para os Estados Unidos sao diretos, ou seja, a imigracao americana acontece no aeroporto de Dublin, ao inves de acontecer no aeroporto de chegada nos Estados Unidos. O processo foi bem simples: depois de passar pela seguranca do aeroporto, tive que passar pela seguranca dos Estados Unidos, bater um papinho de 2 minutos com o agente e voi la’, visto concedido e primeira carimbada no passaporte recebida.

Cheguei em Nova York, no aeroporto JFK, as 09h da manha e como ja’ tinha despachado as malas em Dublin, sai direto em direcao ao AirTrain, trem que conecta o aeroporto JFK, que fica pra la’ do Brooklyn, com a ilha de Manhattan. A viagem durou cerca de 40min entre trem e metro e me custou $7,75.

Desembarquei na Penn Station e foi de la’ que comecei a minha aventura por Manhattan.

Vista da Penn Station

Vista da Penn Station

Comecei andando pela 7th Avenue em direcao a Times Square, que foi a coisa mais maluca que ja’ vi na vida. Propaganda eletronica por toda a parte e muita, muita gente. Predios super altos e gente de todo tipo, todo tipo MESMO.

Eu na Times Square

Eu na Times Square

Passeei tambem pela Broadway, que, por ser durante o dia, nao teve todo aquele glamour que a gente ve nos filmes, mas tinha atores lindos entregando panfletos dos espetaculos acontecendo. De la’ caminhei ate’ o MOMA (Museum of Modern Art) e la’ fiquei por umas 2h. Tinha muita coisa interessante pra ver e tambem tinha free wifi, o que por si so’ e’ uma otima desculpa pra ficar bastante tempo em um lugar.

MOMA, NYC

MOMA, NYC

Como todo geek, eu tinha que passar na Apple Store da 5th Avenue. Pelo caminho acabei entrando em um monte de lojas: GAP, Levi’s, Polo, H&M, M&M’s (que e’ demais, mas menor do que a de Londres) e umas outras.

Cheguei na Apple Store imaginando uma loja linda, sossegada e super zen (minha ideia de produtos da Apple), mas quando entrei, me assustei com a quantidade de gente entrando e saindo, subindo e descendo escadas e elevador e pela quantidade enorme de gente dentro da loja.

Me senti, sei la’, em uma especie de culto religioso onde os produtos eram os santos e sai’ correndo assim que pude. Fiquei la’ fora apreciando a arquitetura da loja e aproveitei pra comer um tipico American hot dog.

Central Park

A loja fica na esquina do Central Park, onde foi a minha proxima parada. La’ encontrei a L., uma grande amiga da Barbara e ela me fez companhia no restante do dia. Andamos por boa parte do Central Park, que e’ um parque como outro qualquer, tirando o fato de que e’ cercado por predios muito altos. Por coincidencia do destino, estava rolando o Brazilian Summer Fest, com Nacao Zumbi tocando e nos aproveitamos pra brasileirar um pouco por la’.

L. e eu, Central Park

L. e eu, Central Park

Umas 2h depois, a fome bateu novamente e nos saimos em peregrinacao, em busca da pizza perfeita em Manhattan. Andamos, andamos e nao encontramos nada que parecia assim, ser a melhor definicao da pizza nova iorquina. Acabou que deu a hora de voltar pro aeroporto e tivemos que comer pizza na estacao mesmo. Ha! Ela estava deliciosa, tho.

Voltei pro aeroporto e segui viagem ao Brasil, conto sobre a segunda breve visita no proximo post.