Amsterdã 40 graus – parte I

Lá em março, enquanto refletia sobre o impacto do Coronavírus no turismo flutuando em um unicórnio em Gran Canária, me toquei que viagens em 2020 estavam fora de cogitação e que logo, minhas viagens já marcadas para esse ano seriam todas canceladas.

Por sorte, eu só tinha duas viagens planejadas: uma pra abril, que foi cancelada e remarcada para setembro e essa pra Amsterdã.

A ideia era ir pra Amsterdã curtir a Parada Gay holandesa, que é uma das mais incríveis da Europa, que assim como quase tudo esse ano, foi cancelada também. Como já havíamos reservado e pago os vôos e o hotel, deixamos a preocupação de lado e deixamos pra decidir se iríamos ou não mais próximo da data.

A data chegou e mesmo com a ameaça do vírus ainda muito presente, as coisas na Holanda e na Europa no geral, estão voltando ao normal e deu pra gente ir. Pra mim, tudo me pareceu bem normal no aeroporto, apenas com alguns passos extras de segurança e higienização, tipo álcool gel em todo lugar e uso de máscara obrigatórios.

Ao chegar em Amsterdã, mesma coisa.

De resto, tudo bem normal. Gente por todo canto, respeitando distanciamento social do jeito que dava; restaurantes, bares, cafés e lojas abertos, porém com capacidade limitada; e também atrações turísticas como museus e galerias abertos e com capacidade limitada.

Chegamos em Amsterdã por volta das 9h da manhã de sexta-feira e nosso vôo de volta seria domingo as 19h da noite. Basicamente três dias inteiros pra curtir a cidade mais cool do mundo.

Minha housemate E. é holandesa e organizou com seus pais, que tem um barco e estava velejando pelos canais e rios da Holanda, de nos pegar na estação central e nos levar para um dia no barco com eles.

Sinceramente, melhor DIA DA MINHA VIDA.

Talvez porque eu tenha estado tão triste e amuado com esse ano que fazer algo legal assim no verão com o sol trincando os 30 graus me deixou feliz demais. Passamos o dia no barco, passeando pelos canais de Amsterdã e também pelos rios onde pudemos nadar e aproveitar o sol. Realmente, um dia incrível!

Depois de um dia inteiro no barco e super queimados do sol, desembarcamos na estação central e fomos pro centro de Amsterdã procurar algum lugar pra comer, tomar uma Heineken gelada e então seguir pra casa da E., onde passaríamos nossa primeira noite.

Mesmo com a Parada Gay cancelada, Amsterdã estava preparada para o fluxo de pessoas que não cancelaram sua viagem e foram pra lá mesmo assim. Tinha bandeiras gay espalhadas pela cidade toda e a famosa Gay Street, no centro perto da Red Light District, estava bombando (na medida do possível e com capacidade reduzida).

Paramos lá, comemos no Vegan Junk Food & Bar e depois pegamos um Uber pra casa da E. pra passar a noite.


4 comentários sobre “Amsterdã 40 graus – parte I

  1. Já fui pra Amsterdam algumas vezes por ter amiga lá e realmente, a cidade é mara, amo o clima, as pessoas, fora que é linda, né? Feliz que você curtiu um solzinho bão!

  2. Que delícia essas fotos no barco! Era pra gente ter passado essa semana em Amsterdam, mas cancelamos por conta das mudanças aqui com relação a quarentena obrigatória. Eu AMO essa cidade, e tento ir ao menos uma vez por ano. Invejei 🙂

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