48 horas em Bristol – Parte I

Moro em Bristol há apenas um mes, e durante esse tempo tenho explorando a cidade em um ritmo mais lento, conhecendo um pouquinho a cada dia. Fiz uma lista de coisas que gostaria de ver, visitar ou fazer e fui aos poucos “ticando” as coisas da lista.

Esse era o plano, até receber uma mensagem no Facebook da minha prima T., que está passando um mes em Dublin e resolver cruzar o Irish Sea pra me conhecer pessoalmente pela primeira vez.

Isso mesmo, uma prima (da mesma cidade, diga-se de passagem) que eu nunca havia conhecido pessoalmente. A estória do porque é longa e vou poupá-los, apenas dizendo que estou muito feliz de ela ter enviado aquela mensagem e vindo me visitar.

E nao tem nada melhor do que ser guia turístico pra alguém por alguns dias pra nos fazer conhecer mesmo a nossa cidade, nao é mesmo?

Nos encontramos por volta das 11h da manha de sábado e, diferente do que os dois pensavam, nosso encontro nao teve nada de awkward. Temos tanto em comum que o clima ficou super agradável e familiar rapidinho.

Comecamos turistando pelo Cabot Circus, o maior shopping center de Bristol, que ocupa umas duas quadras inteiras e é todo aberto, porém coberto. Ele nao tem porta de entrada ou saída, é como se uma área de duas quadras exclusivamente comerciais fossem ligadas pelo teto, mas sem portas. É bem diferentao e interessante!

De lá, seguimos em direcao ao Centro Velho, que é onde a cidade de Bristol comecou. Pra chegar lá, passamos pelo Bear Bit, uma rotatória de nível abaixado, com pistas de skate, muito graffiti e uma vibe super hipster. Passeamos pelo Castle Park, onde fica a igreja de St. Peters, e seguimos rumo ao St Nicholas Market, o mercadao de Bristol, que é tao interessante que vou escrever um post só sobre ele.

Passamos um tempo lá e como o tempo estava muito feio, resolvemos visitar o Bristol Museum, que fica na parte alta da cidade. Pra chegar lá passamos pela Queen Square e pelo College Green.

O museu de Bristol nao é incrível, mas é bem interessante e em um dia de chuva, é um passeio bem legal de fazer. Depois de um tempo no museu, estávamos com fome e fomos comer em uma rede local do sudoeste da Inglaterra, o Boston Tea Party, que oferece um servico muito bom á um preco bem bacana.

De barriga cheia, fomos andar mais e dessa vez cruzamos o centro velho e fomos andar pelo Rio Avon, passando pelo recém renovado Harbourside, Welsh Back (que é tipo um Temple Bar) e chegamos até o S.S. Brunel, um museu-barco, contando a história do porto de Bristol, mas como o ticket era bem salgado (£16), apenas passamos na frente.

Cansados de tanto andar debaixo de chuva constante, queríamos algo mais sossegado pro fim do dia e assim que escureceu, fomos pro cinema assistir Coco, a nova animacao da Pixel.

Guardei a parte mais legal de Bristol para o segundo dia, mas essa parte do role eu conto no próximo post.

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7 comentários sobre “48 horas em Bristol – Parte I

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