De volta à terra dos Vikings: Copenhagen, Dinamarca

Viajar no feriado de Páscoa já virou tradição: em 2013 eu fui pra Belfast, em 2014 eu fiz um mochilão na costa oeste e norte da Irlanda, em 2015 eu viajei pra França, Holanda e Alemanha e em 2016, pra Praga.

Não podia deixar 2017 passar em branco e resolvi viajar também. A Ryanair ajudou e encontrei passagens pra Copenhagen, na Dinamarca, por um preço super camarada. Pesquisando sobre a cidade, vi que dava pra fazer um day-trip pra Malmo, na Suécia, e bati o marmelo! Dois países em uma viagem só, fechando o rolê Escandinávia/Terra dos Vikings.

To de costas pro sol, eu sei

Saí de Londres na sexta-feira santa e cheguei em Copenhagen por volta das 15h, de um dia nublado e bem feio. Copenhagen não é uma cidade gigante, então chegar no hostel foi super sussa. Como eu tinha 5 dias no total, resolvi sair sem rumo na sexta e sentir a cidade. Estava um frio do cacete, bem estranho pra meados de abril, mas tudo bem.

Voltei pro hostel por volta das 18h, jantei uma comida pronta de supermercado e aproveitei o happy hour do hostel (2 pelo preço de 1) pra fazer amigos. Sentar numa mesa com indianos, americanos, canadenses, australianos e espanhóis é uma das coisas que só um hostel te oferece, então tem que aproveitar (eu aproveitei todos os dias!)

Olha a pequena sereia aí, gente

No sábado, acordei cedo e a ideia era sair com a ‘lista’ de lugares pra ver nas mãos e ir ticando tudo, mas Thor não ajudou e o tempo estava feio, chovendo por bosta! Lá pelas 10h30, já entendiado até as tampas, resolvi ser corajoso e enfrentar a chuva, pelo menos até chegar nos museus. Enfrentei a chuva com sucesso e visitei o Museu Nacional da Dinamarca, que me custou 75kr (£9). Passei umas 3h lá dentro, porque o museu é muito interessante, especialmente o andar sobre os diferentes povos, culturas e religiões do mundo. É aquele choque de realidade de que o mundo não é apenas feitos de cristãos (sem contar que todas as outras religiões são bem mais bacanas).

De lá, ainda debaixo de chuva, segui até o Museu do Design, que é gratuito para estudantes. Se você não gosta de design, provavelmente você vai achar esse museu meio sem graça, mas se você curte, vai achar um prato cheio. Só acho que eles poderiam falar mais de outras áreas, não só design de cadeiras, marca registrada do design dinamarquês.

Museu do Design

Depois dos museus, a chuva já tinha passado e pude sair pra andar. Passeei pelo centro, conheci a Strøget Street, rua de comércio mais cumprida do mundo; visitei Nyhavn, o cartão postal de Copenhagen; visitei o Town Hall e a Dragon Fountain; e subi até o topo da Round Tower, onde pude ver Copenhagen do alto! Com algumas horas de luz do dia sobrando, fui bater a perna em direção à famosa estátua da Little Mermaid, que segundo fontes seguras (Wikipedia) é a segunda maior disappointing do mundo das estátuas. Ela é tão pitica!

Reservei domingo para o day-trip na Suécia, mas isso conto pro próximo post.

No 4o dia em Copenhagen, me rendi a outra tradição e fui visitar a cervejaria da Carlsberg! Assim como Guiness e Heineken, o tour é bem simples e mostra como a cerveja é criada e claro, dá direito a um pint no final! Passei a manhã lá, almocei e segui até a atração mais famosa de Copenhagen, o Tivoli Gardens.

O parque é tão incrível que inspirou ninguém menos que Walt Disney, em uma vista a Copenhagen, a crise algo parecido nos EUA, a Disneyland!

Um americano que estava no hostel, que também estava sozinho, quis me acompanhar e fomos os dois crianças grandes aproveitar o dia no parque de diversões. Não tinha filas e pude andar pelos menos 3 vezes em cada brinquedo, especialmente o The Dragon, uma montanha russa curtinha mas com dois super loops e o Vertigo, um kamikaze em formato de avião que vai tão rápido que é difícil respirar!

Passei a manhã do 5o e último dia, que estava super ensolarado, revisitando alguns pontos, como Strøget e Nyhavn, e andando pelo bairro de Christiania, que parece uma mini Amsterdam dentro de Copenhagen (com cheio de maconha e tudo!) Depois do almoço, peguei o trem pro aeroporto e o mais inesperado aconteceu, começou a nevar e foi assim, com pouquinho de neve, que me despedi da Dinamarca, esse país caro da porra, mas muito incrível.

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2 comentários sobre “De volta à terra dos Vikings: Copenhagen, Dinamarca

  1. Justamente por ter lido que essa estátua era decepcionante que resolvemos não ir visitá-la. Fiquei curiosa: qual é a estátua mais disappointing pra se conhecer? rs

    Copenhage é uma cidade tão bonita, né? Quando fomos era inverno e o Tivoli estava fechado. Apesar de não ser fã de passeios radicais, fiquei com vontade de voltar no verão pra sentir a vibe. Quem sabe um dia?

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